terça-feira, 1 de julho de 2014

Aulas Online via Skype


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um gramofone com dock para smartphones em estilo steampunk


Este gramofone estilo steampunk foi todo feito à mão com vários objetos antigos, mas não é só para figuração, já que conta com uma caixa de som Bluetooth da Apple. O dock é para iPhone e iPod, mas se o comprador quiser, pode ser adaptado para outro smartphone.
Como estamos falando de algo artesanal e único, não é de se espantar que este gramofone custe uma pequena fortuna na Etsy, mas mesmo que você não ache tão caro, nem adianta se animar, pois o criador da peça só garante o frete dentro dos Estados Unidos. Então para comprar só estando por lá.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

MÚSICO NÃO PRECISA DE INSCRIÇÃO EM ÓRGÃO DE CLASSE PARA EXERCER A PROFISSÃO

MÚSICO NÃO PRECISA DE INSCRIÇÃO EM ÓRGÃO DE CLASSE PARA EXERCER A PROFISSÃO
Atividade é considerada de livre expressão, não sendo razoável aplicar restrições ao seu exercício
A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) decidiu, por unanimidade, que a profissão de músico não exige inscrição na Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) nem o pagamento de taxas ou mensalidades por ser a música uma das formas de manifestação da arte, devendo ser livre a sua expressão.

Segundo Lei nº 3.857/60, que criou a Ordem dos Músicos do Brasil, seria necessário o registro na autarquia para poder exercer a profissão. Porém, segundo a relatora do acórdão, desembargadora federal Marli Ferreira, essa exigência não foi recepcionada pela Constituição Federal de 1988, por ser incompatível com a liberdade de expressão artística e de exercício profissional, asseguradas no artigo 5º, incisos IX e XIII.

A decisão manteve liminar concedida pela 1ª Vara de São José do Rio Preto em um mandado de segurança impetrado por um músico que teria apresentações programadas no Sesc Taubaté, Catanduva, Birigui e São José do Rio Preto, mas que a Ordem dos Músicos o estaria impedindo de se apresentar.

O músico alegou que faz parte de uma banda e que realiza apresentações em casas de shows, bares, clubes e festas e que, embora seja músico profissional, a OMB não permite apresentações em determinados locais sem que ele efetue o pagamento de mensalidades, exigindo, inclusive, que ele se filie à entidade, passando a pagar anuidades, com a emissão de carteira profissional.
Já a OMB afirmou que o artista não se limita a manifestar sua expressão artística e musical, mas que dela irá auferir rendimentos de natureza econômica, o que passa a ser exercício profissional. Alegou ainda que, para que o músico possa exercer a sua profissão é necessário, além da qualificação profissional específica, estar regularmente inscrito na Ordem dos Músicos do Brasil, no Conselho Regional do Estado de São Paulo.

Na decisão do TRF3, a desembargadora Marli Ferreira afirmou que “de fato, o art. 5º, XIII, da CF assegura a liberdade de trabalho, ofício ou profissão e determina a observância das qualificações legais”. Porém, ressaltou que a regulamentação de atividade profissional depende da demonstração de existência de interesse público a proteger. “Portanto, não seria razoável aplicar, relativamente aos músicos, restrições ao exercício de sua atividade, na medida em que ela não oferece risco à sociedade, diferentemente, por exemplo, das atividades exercidas por advogados, médicos, dentistas, farmacêuticos e engenheiros, que lidam com bens jurídicos extremamente importantes, tais como liberdade, vida, saúde, patrimônio e segurança das pessoas”.

Ela afirmou ainda que “a música constitui uma das formas de manifestação da arte, exercendo o seu autor ou intérprete a liberdade supra mencionada e submetendo-se ao crivo da opinião pública. Sendo assim, apesar de a Carta Magna permitir restrições para o exercício de atividade profissional por meio de lei ordinária, tais restrições só poderão ser impostas com observância dos princípios constitucionais da proporcionalidade e da razoabilidade, justificando-se a fiscalização somente no caso de atividade potencialmente lesiva”.

A decisão da turma concluiu, portanto, ser desnecessária a exigência de inscrição perante o órgão de fiscalização, seja ele ordem ou conselho.

No TRF3, a ação recebeu o número 0001747-24.2013.4.03.6106/SP

Assessoria de Comunicação
 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Titãs Nheegatu

Olá amigos do Blog Mestre da Guitarra nesta noite falarei um pouco sobre o novo disco da banda Titãs - Nheegatu. O disco pelo pouco que ouvi é um dos melhores dos últimos anos. O disco lembra um pouco o "Cabeça Dinossauro", a agressividade , as letras , o Som Cru livre de tantos aparatos tecnológicos. Para quem acompanha os Titãs desde o surgimento da banda com certeza vai gostar deste disco, mas tirem suas próprias conclusões.
Acima a capa do novo disco, “NHEENGATU”, palavra indígena que significa Língua Geral, compilação que os jesuítas fizeram no século XVII dos diferentes dialetos indígenas brasileiros para que índios e portugueses se entendessem.
Com arte e projeto do Sérgio Britto e design gráfico do André Rola, a pintura na capa de Pieter Bruegel retrata a Torre de Babel, um mito bíblico que fala de uma torre que os homens construíram para chegar ao céu, mas que foi destruída devido à falta de entendimento entre eles, que falavam línguas diferentes e não conseguiam se entender.
A capa e o título apresentam um paradoxo interessante: uma torre que foi destruída pela falta de entendimento e uma língua que foi criada para favorecer o entendimento. Na tentativa de fazer uma foto instantânea do Brasil atual, as duas ideias se contrapõem bem: uma palavra (e uma linguagem) de entendimento para tentar explicar um mundo de desentendimento.
Produzido por Rafael Ramos, “NHEENGATU”, o 18º da carreira dos Titãs, é o primeiro disco da banda pela Som Livre e chegará às plataformas digitais e nas lojas de todo o país no dia 12 de maio.










segunda-feira, 26 de maio de 2014

A batalha entre Chad Smith e Will Ferrell


O baterista do Red Hot Chilli Peppers Chad Smith e Will Ferrell (humorista e ator), fizeram um duelo de bateria durante o programa The Tonight Show with Jimmy Fallon, do canal NBC.
Eles utilizaram roupas iguais durante a entrevista, e cada vez que Jimmy Fallon perguntava algo para Chad, Ferrell era quem respondia, e vice-versa.
Depois da entrevista, eles foram convidados para resolverem suas diferenças em um duelo de bateria. Ferrell, porém, tem um segredo: um cowbell, que o faz vencer a batalha. Depois disso, Anthony Kiedis e o resto da banda entram no palco e tocam um cover de “(Don’t Fear) The Reaper”, da banda Blue Öyster Cult.
Veja o vídeo:

A batalha entre Chad Smith e Will Ferrell