quinta-feira, 29 de maio de 2008

Cleber Toss ( Guitarrista da Banda DarkShadows) - Vídeo + Exercício em Guitar Pro 5

Cleber Toss

Vídeo com exercício muito interessante!!!

video

Faça o download do exercício em Guitar Pro 5 :

Cleber Toss - download de Exercício

Cleber Toss - Guitarrista da Banda DarkShadows ( Rio Grande do Sul )


Release da Banda Dark Shadows:


Inicialmente chamada de Black Roses, a banda formou-se no início do ano de 2003 com a união do atual guitarrista Tiago Rech e dos componentes Cristiano, Daniel, Pig e Tiago. A banda desenvolvia um bom hard rock, o que proporcionou a realização de alguns shows durante o semestre na cidade de origem – Caxias do Sul/RS. Com a saída do baixista, o qual foi convidado a se retirar, surge o atual baixista, Gilian Bertoni(Gili). Com uma curta existência, a Black Roses encerra suas atividades com um show no SESC na metade do ano de 2003. Com a chegada do atual baterista, Jackson Graunke(Jack Ass), a banda toma um novo rumo com um novo nome, Steel Devil. Com uma pegada mais pesada, a banda progride dentro do tradicional estilo heavy metal. Por um período de três meses, Cristiano, Gilian, Jackson e Tiago Rech realizaram alguns encontros sem a presença de vocalista. No final do ano de 2003 Wilyam Knaak de Vargas assume os vocais e Cristiano deixa a banda para a entrada do outro atual guitarrista, Cleber Toss(Clüber). Surge então a DARK SHADOWS, cuja formação consolidou-se da seguinte forma: Wilyam Knaak de Vargas – vocal Tiago Rech – guitarra Cleber Toss – guitarra Gilian Bertoni – baixo Jackson Graunke – bateria O ano de 2004 foi um ótimo ano para a banda, a qual começou a apontar como uma banda de heavy melódico de qualidade, ou pelo menos, empenhada no que fazia, tocando clássicos como Iron Maiden, Helloween, Manowar e Bruce Dickinson.


Confira mais sobre Cleber Toss e Dark Shadows em :


Dark Shadows


Vídeos de Cleber Toss:


Cleber Toss - The Flight of BumbleBee

Aê Galera, espero que gostem!!! Valeu!!!

Estúdio musical em Fortaleza é a primeira empresa a se beneficiar de linha especial para cultura no Nordeste

"Fagner, Mestre Toninho Horta e Renato Pinto"

Quem passa pela frente do número 55 da tranqüila rua Jaguari, em Fortaleza (CE), pode não perceber o que se passa no estúdio musical Ararena. Há cinco anos, os produtores Amaro Penna e Humberto Pinho resolveram se fixar por ali, depois de 20 anos de estrada, produzindo shows, gravações de CDs e, para complementar a renda, jingles publicitários e material para campanhas políticas. O cantor cearense Fagner já gravou dois discos por lá e acabou se tornando o terceiro sócio do estúdio. Esta semana, o estúdio Ararena se tornou a primeira empresa cultural a aderir ao programa Cresce Nordeste Cultura, lançado pelo Ministério da Cultura e o Banco do Nordeste (BNB). “Pediram muita coisa, muitos documentos. Inclusive, a minha certidão de divórcio, que eu tive que ir atrás porque não tinha. Mas deu certo, a gente conseguiu tudo e vai ajudar bastante”, conta Amaro Penna.
Jorge Vercilo


Leia a reportagem completa em :


Agência Brasil


"Grande Mestre Ivan Lins também gravou no Estúdio Ararena"



ARARENA PRODUÇÕES

Confira com Seus Olhos um dos melhores estúdios de Fortaleza!!!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Douglas Jen - Guitarrista Brasileiro no Guitar Idol ! Vote e ajude o Master Of Guitar ter um Representante em Londres!!!


DOUGLAS JEN, é um dos Guitarristas que apoia o Master of Guitar, e em Breve fará parte do CD Virtual do Master of Guitar.


Guitarrista Brasileiro que com sua ajuda vai representar o Brasil em Londres!!!

NOW: 630 VOTOS / 16º COLOCADO

Está participando do GUITAR IDOL, os 12 primeiros vão tocar em Londres e o ganhador vai abrir para o JOE SATRIANI no Excel London! Vamos apoiar o Douglas Jen!!!

Não demora nem 2 min para votar!

1) Faça o cadastrinho do site http://www.gtridol.com/

2) Você vai receber por email o login e senha

3) Entre com o Login e Senha no site

4) Escreva em seu navegador www.gtridol.com/douglas-jen-0

5) Abaixo da foto tem o botão VOTE, click e espere o contador contabilizar seu voto!


Discografia – Spyeyes (SupreMa – 2005) – Underground Religions (União – 2007)
Douglas Jen –


Colunista dos Sites:





SupreMa



Website:



Dentre Vários Brasileiros Douglas Jen ainda tem Chances de ficar entre os 10 primeiros, Vote é simples e rápido!!! Vote hoje pois a votação é só até Sábado!!!

Douglas Jen faz parte do Master of Guitar, Apoie você também e assim estará apoiando nosso trabalho!!!

Jota Sabóia - Master Of Guitar

sábado, 17 de maio de 2008

Entrevista com Rafael Nery - Guitarrista, Criador e Administrador do Site Guitar-Clinic

Entrevista com Rafael Nery

Rafael Nery é um dos novos nomes da nova Geração de Guitarristas que vem despontando no Cenário Nacional, jovem virtuoso e de técnica admirável, Rafael administra o Site Guitar-Clinic que é visto em mais de 90 países, tendo já entrevistado Kiko Loureiro, Greg Howe, Eric Martin, Vernon Neilly, Richie Kotzen e muitos outros. Trabalha atualmente no processo de composição de seu novo projeto “Introspective” e é patrocinado pelas marcas:
Crafter (www.crafterguitars.com.br), os bags da AVS (www.avsbags.com.br ), os captadores da Sound (www.malagoli.com.br ) e os pedais da ESI áudio system (www.esiaudiosystem.com).



Confira agora essa ótima entrevista com Rafael Nery:
1 – O que te levou a tocar guitarra e com quantos anos você começou a tocar?

Inicialmente, muito obrigado pela oportunidade da entrevista! Eu comecei a tocar guitarra com 13 anos e minha maior influência no começo eram as bandas de Heavy Metal (Iron Maiden, Angra, Shaman, Queensryche e etc) que é um estilo que me chamou muita atenção a partir da primeira audição. É difícil descrever a sensação que senti quando ouvi o riff da música “Speed” da banda Angra e percebi que eu precisava aprender aquilo de alguma maneira.Chega a ser engraçado, pois hoje eu nem me recordo como tocar exatamente este riff!Rs

2- Nos dias de Hoje é muito difícil escolher a profissão que vamos levar para toda a vida. Fale um pouco sobre o motivo que te fez ser músico profissional.

Este é um tema bem interessante, pois eu pesquisei e entrei em contato com muitos músicos mais experientes para saber o dia-a-dia da profissão e como era ser músico antes de decidir seguir esta carreira. Eu aprendi muito sobre isto no período em que estudei no Souza Lima e venho aprendendo até hoje com o convívio que tenho na faculdade e músicos mais experientes que eu. Neste meio conheci diversas pessoas que haviam cursado um ou dois anos de outros cursos e decidiram parar tudo para voltar para a música e vendo isto pude perceber que o meu caminho seria mesmo caso optasse por outra coisa. Não tem jeito! Rs se você “nasceu” músico, você tem de seguir isto e acreditar no que você está fazendo! Não é fácil fazer esta decisão e pelo menos para mim demorou um pouco para entender que não adiantava eu ir contra o que eu sempre quis fazer. Obviamente você irá se deparar com o preconceito de várias pessoas e tem de “acordar” já que este mercado tem ficado cada vez mais competitivo e o grau de profissionalismo tem crescido muito.

3 – Em 2006 você abriu um Workshow dos Irmãos Mariutti. Fale sobre essa experiência.

Foi incrível em todos os sentidos! Como comentei anteriormente, as minhas maiores influências que me motivaram a começar a tocar foram Angra e Shaman, portanto poder participar de um evento em que eles participavam foi um presente e algo que eu nunca imaginei que pudesse acontecer quando era mais jovem. Só de você receber um sinal positivo daqueles que te influenciaram a tocar já é algo muito gratificante! Lembro também de ter tocado rapidamente uma música na passagem de som com o Luís que no fim acabamos não tocando, mas só de você ouvir o som e reconhecer: “Nossa! É o cara tocando!” foi algo muito bom. O público também foi muito receptivo, pois é algo difícil de lidar em aberturas, você não é a atração principal e ninguém sabe quem você é e ter de subir lá, sozinho para tocar um repertório difícil e responder perguntas é algo bem complicado. Eu fiquei um pouco nervoso no começo, mas no fim deu tudo certo. Hoje mantenho contato principalmente com o Hugo que se tornou um grande amigo e é uma pessoa admirável em todos os sentidos assim como o Luís. Lembro-me muito bem que no dia, o Hugo me deixou usar o seu amplificador e eu tinha simplesmente acabado de conhece-lo. Resumindo, o resultado foi bem positivo tanto por parte da platéia como o evento em si.

4 – O Guitar-Clinic hoje em dia é referência para muitos Guitarristas. Sem dúvida somente o trabalho é segredo do sucesso. Porém como foi o processo de Criação do Guitar-Clinic e quais suas dificuldades no início deste projeto?

Eu fico muito feliz em ouvir dizer que o site tem virado referências para muitos guitarristas. O processo de criação foi algo realmente curioso, pois eu simplesmente estava em uma festa onde não se havia nada para fazer, pois era uma festa de um amigo do meu pai ou algo assim!Rs Eu estava refletindo sobre o que eu faria durante aquele ano que havia acabado de começar (2007) e a idéia surgiu naturalmente, pois eu já estava lidando com tecnologias como o Myspace, Skype e Orkut e já vinha estudando inglês há algum tempo. Então eu pensei: “Como eu posso conectar guitarristas do mundo todo em lugar só?” E a partir disto à idéia surgiu e a desenvolvi durante janeiro daquele mesmo ano. As dificuldades iniciais foram estabelecer como tudo seria, convidar colunistas, conseguir boas entrevistas, traduzir o material e fazer com que o público e as empresas especializadas nesta área aceitassem o site como algo sério e de compromisso e logo no primeiro dia já tivemos mais de 100 acessos gerados só pelo “boca-a-boca on-line” A partir deste momento tínhamos certeza que estávamos indo no caminho correto.

5 – O Guitar-Clinic é visto hoje em mais de 90 países. Que sentimento você tem em saber que tudo isso partiu de uma idéia sua? E para você que importância você acha que o Guitar-Clinic tem para os outros guitarristas?
O sentimento é de muito orgulho, pois é algo que exige muito trabalho e dedicação! Não é fácil preparar uma edição do site, traduzir e digitar entrevistas longas, editar colunas, organizar tudo e etc. Porém, tudo é recompensado. Conheci diversos guitarristas/músicos que já tinha uma extrema admiração desde muito tempo como Kiko Loureiro, Greg Howe, Eric Martin, Vernon Neilly, Richie Kotzen e etc.
Quanto a segunda parte da pergunta, é difícil eu responder exatamente qual a importância do site para outras pessoas, pois é algo bem difícil de ser visto do ângulo que estou e acho que isto seria algo meio individual para cada visitante. Eu acredito que se o site tem sido uma fonte de conhecimento para outros guitarristas e músicos, eu já posso ficar bem feliz e sentir que meu dever foi cumprido. Também não posso deixar de mencionar o trabalho árduo de nossos colaboradores de conteúdo, pois sem eles nada disto seria possível.


6 – Como surgiu o lance com os seus patrocinadores?

As marcas que venho usando atualmente são: as guitarras da Crafter (www.crafterguitars.com.br), os bags da AVS (www.avsbags.com.br), os captadores da Sound (www.malagoli.com.br) e os pedais da ESI áudio system (
www.esiaudiosystem.com). Quase todos eles surgiram da mesma maneira, ou seja indo atrás de conhecer os responsáveis por cada uma e propor a parceria. A única que foi diferente foi a AVS, pois o klebyson que é o responsável pelo setor de marketing da empresa conferiu meus vídeos do workshow dos Mariuttis e propôs a parceria.
Tenho a felicidade de contar com estes produtos de excelente qualidade como a guitarra Crown Dx – 7 que é um modelo bem recente da distribuidora LMG e proporciona um belo som somado a possibilidade de ter um instrumento de sete cordas, os bags super confortáveis da AVS que evitam qualquer danos aos meus instrumentos, os captadores da Sound, Custom Alnico HB e o Traditional Texas que equipados em algumas das minhas guitarras trazem um timbre bem vintage e o pedal Dual Tone da ESI que traz um timbre bem versátil indo de distorções bem leves até algo bem pesado.

7 – Quais suas principais influências na Guitarra?

Esta pergunta abrange diversas fases. No começo, eu tive uma forte influência das bandas de Heavy Metal como havia mencionado e logo em seguida tive um grande susto a ouvir a música de Yngwie Malmsteen o que me fez ficar muito curioso pelo estilo e isto foi o que me motivou a estudar muito. Conheci outros nomes do mesmo estilo como Jason Becker, Paul Gilbert (fase Racer X), Kiko Loureiro (Angra) que com certeza foram os guitarristas que eu tinha como exemplo para estudar dez horas por dia.Esta foi uma fase muito importante, pois melhorei muito tecnicamente já que tinha um “ritual” de estudo muito disciplinado e metódico.
Depois decidi buscar pelos guitarristas que influenciaram estes guitarristas, então cheguei em contato com Jeff Beck, Brian May, Van Halen, Jimi Hendrix, Angus Young, Jimmy Page e etc a partir disto realmente conheci o que era o rock’n roll e abri meu vocabulário musical,pois até então eu acabava ficando muito limitado ao mesmo estilo.
Atualmente as minhas maiores influências são: Paul Glbert (época do Mr. Big) , Greg Howe (um dos mais belos fraseados que já ouvi) e Richie Kotzen que também foi um choque para mim quando ouvi pela primeira vez , pois ele é um músico completo cantando e tocando e sou influenciado por toda sua carreira.
Fugindo um pouco deste estilo de somente guitarristas, também gosto muito de John Fogerty (Ex - Creedence) que com certeza é um dos pais do rock’n roll e escreveu as músicas mais bonitas de toda a história. Estendendo um pouco a questão, mas referindo-se a bandas eu gosto de Mr.Big , Queen, Triumph, Kansas, Journey e etc.


8 – Fale sobre o seu projeto “Introspective”. E o que você tem aprendido na produção deste trabalho?

O Introspective é o meu mais novo projeto e estamos em fase de composição das músicas que estarão presentes em nosso primeiro trabalho. As músicas tem soado muito bem! Apesar do projeto ser bastante novo e estar ainda definindo o baixista que fará parte do Line-up, já estamos com um bom material finalizado e tudo está correndo bem. Meu companheiro de banda Fernando di Tommazi (Bateria) tem se mostrado uma pessoa bem aberta e versátil para elaborar os arranjos de sua respectiva parte. Nosso foco é a mistura do Hard Rock com diversos estilos como o Pop, Funk, Metal, Blues, Fusion e etc.
Quanto à parte de aprendizado, eu vejo que este tem sido muito grande, pois pela primeira vez estarei não somente tocando guitarra, mas sim cantando que é algo que venho querendo fazer e me dedicando por muito tempo. A proposta da banda é ser um trio e estamos totalmente focados neste trabalho! Com certeza, este é o projeto mais musicalmente maduro e mais satisfatório que já me envolvi.

9 – Na linha de Muitos novos nomes que vem surgindo na Guitarra, você também vem despontando na Cena Nacional. Que mensagem você deixa para os novos guitarristas e músicos que estão começando a trilhar o Mundo da Guitarra.

Mais uma vez eu agradeço pela entrevista! Gostaria de agradecer ao apoio que recebo de todos desde familiares, amigos, visitantes do Guitar Clinic, pessoas que entram em contato por e-mail tanto nas épocas difíceis como boas! Muito Obrigado!
Fiquem atentos em meu website
www.rafaelnery.com para saber de novidades a meu respeito e do Introspective, ele está em reformulação e logo contará uma nova versão!
Para as pessoas que estão começando eu digo que na realidade todos nós estamos começando, pois sempre existe algo novo a se aprender ou uma experiência nova a se vivenciar. Acredite nos seus sonhos e lute por eles, pois nada cai do céu! Se profissionalize, aprenda novos idiomas, se possível curse um curso superior de música para abrir o seu leque de conhecimento e cultural, porque por mais que este seja tido como desnecessário por muitos é este que vai lhe colocar em contato com pessoas de outros estilos, outros pensamentos, outras teorias e isto é algo muito positivo para aqueles que desejam aprender. Faça o som que você acredita!Obrigado á todos!
O Toque de Mestre Guitar agradece a todos e até a proxima!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Garagem com Jonatas Natinha - Por Jota Sabóia

Olá amigos começarei a falar um pouco sobre os trabalhos instrumentaisde alguns novos nomes na cena nacional.

Bem começaremos aqui com o Jonatas Claudino(Natinha), que disponibilizou seu trabalho no Palco MP3 e vamos iniciar este projeto de divulgar novos guitarristas com ele.

Jonatas Natinha - É um guitarrista ousado e corajoso e veremos eu seu trabalho uma mistura de música eletrônica e Guitarra Funk, Fraseado Jazzístico dentre outros elementos. Só o Fato de Misturar música eletrônica com Guitarra Instrumental é algo realmente ousado e inovador. A música Eletrônica é um tipo que exige muito cuidado, pois se enfeitar demais, sai do ponto e põe a perder o Projeto, Porém nas faixas de Jonatas sentimos é que cai como uma luva. Na minha opinião esse cara é um dos novos talentos da atualidade e tenho o maior prazer de divulgar o Som desse mano aqui.

Influências de Jonatas:George Benson, Stuart Mathewman, Mike Stern, Paul Gilbert, Nuno Bettencourt, Chuck Loeb, Frank Gambale, Scott Henderson, Norman Brown, Suba.
Algumas Faixas:

Morfina - Inicialmente parece um som de boate, até entrar uma guitarra limpa,com uma pegada Jazz e depois meio Funk, mas adiante um fraseado Flamenco.Então vem uma levada diferente acompanhado de um Wah-Wah Leve e depois um Groove de Baixocom um Funk ao final.

Camalleon - É uma faixa realmente interessante e de extremo bom gosto. O resultado dessamúsica com fraseado Jazzistíco e guitarra Limpa é muito agradável. E mostra a face do experimentalismo e ousadia ao envolver elementos de música eletrônica.

Alcalina - A música parece uma bricadeira em um estudo de Jazz, onde podemos ver agilidade e o melhor da técnica desse Guitarrista.após uma gargalhada, a faixa que é breve passa para um tema bem interessante até o final.

Funk do Nata - Mostra bem a versatilidade e elementos de interpretação na pegada Funk e deixa claro as caractéristicas de seu estilo.

Inspiração - É uma faixa lenta com temas interessantes, mostrando que "menos é mais". Ele faz o simples bem feito,faz o dever de casa e o pouco vale por muito conseguindo passar o recado.

Fora essas que citei ainda estão disponiveis as faixas:
Jhonny Bravo I , Jhonny Bravo II , Pic Plac Plum e Sabotage no Gheto.

Confira o Som de Jonatas Natinha em:
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/jonatasguitar/

Jonatas também é colunista do Guitar Gospel:
http://www.guitargospel.com.br/jonatas-a05.html
e também é guitarrista da Banda Pacto de Vida:
Bem por hora é só, em breve estarei falando de outros guitarristas da nova geração. Espero que gostem valeu e até mais!!!
Garagem com Jonatas Natinha
Por Jota Sabóia

terça-feira, 6 de maio de 2008

Two Hands Pentatônicos - por Jota Sabóia

Two Hands + Pentatônica
Olá Amigos!Nós iremos ver a primeira lição de um estudo de três lições.Onde iremos aprender a usar Tapping com escalas Pentatônicas!!!



As lições seguintes seguirão nas próximas semanas. Nesta primeira lição nós estudaremos a Técnica Two Hands, Alguns Padrões e algumas regras básicas que ajudarão a tornar este som possível.

Ex.1 Mostra que as cinco posições das escalas pentatônicas. (Teste os padrões 1, 2 e 3 no Acorde de "Em - Mi menor", teste padrões 4 e 5 no acorde de "Am - Lá Menor".) Esses padrões pentatônicos tradicionais são bastante usados pela maioria dos guitarristas de Rock.
Na figura abaixo os círculos representam as notas da escala e devem ser tocados pela Mão esquerda, enquanto os quadrados devem ser tocados pela Mão direita.
No Ex.2, Vamos começar nos familiarizando com o padrão 3 da figura 1. Na tabulatura as notas tocadas por Tapping são indicadas por cruzes.
Algumas regras básicas para esta técnica:
· As pontas dos dedos da Mão Direita precisará de algum tempo para habituar-se a sua nova tarefa, Com o tempo você irá se acostumar e não treine em um tempo muito longo.
· Na hora de treinar, cada dedo da mão direita tem uma resistência limite até começar a doer, por isso ao treinar, use os 4 dedos da mão direita, sendo que um de cada vez. Treine com o primeiro até começar a doer, depois passe para o segundo, para o terceiro e para o quarto dedo. Isto trará para cada dedo força, além de ser bom e dar versatilidade para a execução da técnica.
· O Mão Direita explora sempre as notas mais agudas em relação a escala utilizada, assim dá ao exercício mais brilho e sonridade mais forte.
· Certifique-se de abafar todo o ruído não desejado, para soar somente as notas que estão sendo tocadas.
Ex.3.

Two Hands Pentatônicos

por Jota Sabóia

Espero que gostem e até mais!!! Valeu!!!

Harmonia - Reharmonização e Utilização de Acordes


O Esquema abaixo é referente a todo campo harmônico :
I = maior , II = menor, III = menor, IV = maior ,V = dominante 7
VI = menor e VII = diminuta

As exibições do quadro seguinte é de acordes para substituição, ou melhor, em um campo harmônico de acordes comuns, posso pegar algum outro acorde da categoria maior no primeiro grau do campo harmônico e substituir pelo acorde que já estava na harmonia.
Ex: Se a harmonia é "C - F - G - C" = " I - IV - V - I", posso substituir o "C" por "C9", que sendo assim resultaria em "C9 – F – G – C9" = " I9 – IV – V – I9 ".
Com a substituição de acordes comuns por outros acordes não tão explorados, enriqueceremos nossas harmonias e desfrutaremos de novas sonoridades. Devemos ter uma mentalidade de criar novas e ricas harmonias, assim nos familiarizaremos com diferentes possibilidades harmônicas e ao entender harmonias mais encorpadas, fluirá também idéias de melodias mais ricas, pois o crescimento e desenvolvimento do fraseado melódico, depende também do crescimento e aprendizado nos estudos sobre campo harmônico. Agora veremos o quadro citado acima, que mostra também os acordes separados por categorias:
Temos as categorias: M, m, m7 e diminuta.



Maior: 6, M7, M9, sus2, sus4, sus2sus4, Madd9, 6add9, M7#11, M9#11,

Menor: m, m6, mM7, mM9, mM7#11, m6add9,

m7: m7, m9, m11, m13, m7#5, m7b5,

7: 9, 11, 13, 7sus4, 7sus2, 13sus4, 7b5, 7#5,,

Diminuta: m7b5

Eu não incluí tudo, porque pela categoria você pode saber facilmente qual acorde pertence a qual categoria. Por exemplo: "C13" podemos substituir por qualquer acorde maior no (I e IV). É importante lembrar de que estes quadros mostrados são guias, não regras, e haverá muitas vezes que você quererá melhorar as harmonias sem orientação. Se soa bem, então a sua substituição tem sentido e lógica, crie e melhore suas harmonias com base também na sonoridade.

O último quadro é uma profunda descrição de utilização dos acordes.

Maior 7 - dá um som mais cheio, freqüentemente usado em Jazz,

Maior 9 - usado em Jazz,

Maior 6add9 - usado freqüentemente em country e em Jazz,

Obs: Os acordes suspensos normalmente embelezam o maior, pois freqüentemente vemos uma utilização estática do acorde maior ao invés de tocar um "C" o tempo inteiro, troque de ("C" para "Csus4" para "C", etc),

m6 - usado em Funk , Bossa Nova

m7 - usado em Funk, Jazz , Soul
m7#5 - usado em Fusão(Fusion),

m11 - usado em Funk,

m(M7) – usado em Heavy,

Nona - usado em Funk,

Aumentado – acorde de passagem,

Diminuto – acorde de passagem,

7sus2 - usado em Folk,

m#5 - freqüentemente usado como um acorde opcional no "IIIm",

maj13#11 - usado em Soul ,

9#11 - acorde de transcurso cromático substituto para qualquer acorde
no "IV7",

13#11 - acorde de transcurso cromático substituto para qualquer acorde
no "IV7",

M7#11 - acorde de finalização dramática,

M7b5#9 - acorde de preparação para primeiro grau " I ",

m7b5 - normalmente usado como opção para o "IIm" em um tom menor,

9sus4 (11) - substituição mais popular para acorde "dominante 7" = " V7",

Aumentado 7 - acorde como opção para o "V" usado em um tom menor.
Em Breve mais idéias sobre Harmonia!!!

QUADROS DE ACORDES

QUADROS DE ACORDES


Fórmula Acorde Exemplo
"1 3 b5" "Cb5" : "C E Gb"
"1 b3 b5 b7" "Cm7b5" : "C Eb Gb Bb"
"1 3 #5 b7" "C7#5" : "C E G #Bb"
"1 3 b5 b7" "C7b5" : "C E Gb Bb"
"1 3 5 b7 #9" "C7#9" : "C E G Bb D #"
"1 3 5 b7 b9" "C7b9" : "C E G Bb Db"
"1 3 #5 b7 b9" "C7#5b9" : "C E G #Bb Db"
"1 3 #5 b7 9" "C9#5" : "C E G #Bb D"
"1 3 b5 b7 9" "C9b5" : "C E Gb Bb D"
"1 3 5 b7 9 11 #" "C9#11" : "C E G Bb D F #"
"1 b3 5 7 9" "Cm9(M7)" : "C Eb G B D"
"1 3 5 b7 b9 13" "C13b9" : "C E G Bb Db A"
"1 3 b5 b7 b9 13" "C13b5b9" : "C E Gb Bb Db A"


Aqui estão as regras de substituição para acordes alterados:
9, b9, ou #9 substituem 1
sus2, sus4, ou b3 substituem 3
b5, #5, #11, ou 13 substituem 5

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Harmonia - Formação de Acordes - Fórmulas Básicas


Leis De Formação Dos Acordes Mais Comuns
Existem fórmulas para a construção de um acorde. É extremamente saudável ter uma noção pelo menos das principais, pois você coloca o acorde certo, na hora certa e na posição que ele soa melhor quando está escrevendo algum riff, sem risco de erro. Como a guitarra não possui uma seqüência exatamente definida e linear como num piano, por exemplo (existem várias notas em uma mesma Região e em posições diferentes no braço – “F” no primeiro traste da corda “E” ou no oitavo traste da corda “A”), pode-se notar que existem acordes que soam melhor quando tocados em uma determinada posição em um certo riff, enquanto o mesmo acorde, agora em outro lugar, soa horrível ou tem difícil execução (toque um G com a D, G e B soltas e depois com pestana no terceiro traste e você vai entender o que estou falando). Nesse momento entra o conhecimento da construção dos acordes. Nessa seção, irei mostrar apenas os mais comuns. Note que as fórmulas aqui mostradas estão na forma tradicional, com o baixo na tônica. No entanto, você pode colocar o baixo em qualquer nota do acorde. O que já é outro assunto chamado inversão de Acordes.

1. Acordes Maiores:
- Maj : Tônica - 3ª - 5ª
-Maj6 : Tônica - 3ª - 5ª - 6ª
-Maj6/7 : Tônica - 3ª - 5ª - 6ª - 7ª
- Maj6/9 : Tônica - 3ª - 5ª - 6ª - 9ª
- Maj7 : Tônica - 3ª - 5ª - 7ª
- Maj7/5b : Tônica - 3ª - 5ª b - 7ª
- Maj7/5# : Tônica - 3ª - 5ª # - 7ª

2. Acordes Menores:
- Min: Tônica - 3ª b - 5ª
- Min6 : Tônica - 3ª b - 5ª - 6ª
- Min6/7 : Tônica - 3ª b - 5ª - 6ª - 7ª
- Min6/9 : Tônica - 3 bª - 5ª - 6ª - 9ª
- Min7 : Tônica - 3ª b - 5ª - 7ª
- Min7/5b : Tônica - 3ª b - 5ª b - 7ª
- Min7/5# : Tônica - 3ª b - 5ª # - 7ª
3. Acordes Suspensos:
- Sus2 : Tônica - 2ª - 5ª
- Sus4 : Tônica - 4ª - 5ª
- Sus7 : Tônica - 4ª - 5ª - 7ª
4. Acordes Dominantes:
- 7 : Tônica - 3ª - 5ª - 7ª b
- 7/5b : Tônica - 3ª - 5ª b - 7ª
- 7/5# : Tônica - 3ª - 5ª # - 7ª b
5. Acordes Diminutos:
- dim : Tônica - 3ª b - 5ª b
- dim7 : Tônica - 3ª b - 5ª b - 6ª
6. Power Chord:
- 5 : Tônica - 5ª
Essas são apenas as formulas de acordes para facilitar o entendimento, em breve veremos mais sobre Harmonia!!! Até mais!!!

"Sistema 5" - Sistema ( C A G E D )

"Sistema 5" - (C A G E D)
Através deste sistema é possível visualizar o braço do instrumento dividido em 5 regiões. Associaremos cada região a um formato básico (vide abaixo) e a cada formato básico será possível associarmos escalas e acordes de praticamente qualquer tipo.
O sistema é baseado nos cinco formatos básicos de tríades* maiores encontradas na primeira região.
*Tríades: Acordes de 3 sons, formados através da superposição de terças.
Formatos Básicos
Desenvolvendo:
Teremos, a princípio, acordes sem inversão, onde o baixo (nota mais grave do acorde), dá nome aos mesmos.
Tendo Dó maior como exemplo teremos, em o mesmo Dó Maior em cinco regiões:
1- Dó no formato de Dó
2- Dó no formato de Lá
3- Dó no formato de Sol
4- Dó no formato de Mi
5- Dó no formato de Ré

Se Observarmos faremos, o “C”-Dó nos cinco formatos de “C – A – G – E – D”, daí então vem o nome do estudo Sistema CAGED ou Sistema 5 ( Sistema em que um acorde é feito de cinco formas e abrange cinco regiões.
Exercício de assimilação:
"Movimento Horizontal":
Faça as seguintes tríades maiores em cinco regiões: C, D, E, F, G, A, B.
"Movimento Vertical":
Faça as tríades acima na 1ª região, repetir o mesmo nas cinco regiões do braço. Vamos considerar uma região como sendo o espaço ocupado pelas tríades de C (vide esquema acima), uma casa à frente e uma casa atrás.

"Sistema 5" (C A G E D) Formatos básicos x Escala Maior
(ex.: Escala de Dó maior)
Ao lado temos, conforme aprendido anteriormente, todas as notas naturais no braço da guitarra (escala de dó maior).
Vamos agora associar essas notas ao "Sistema 5".
Os números correspondem à digitação:

0= corda solta;

1= dedo indicador;

2= dedo médio;

3= dedo anular

e 4= dedo mínimo.


Clique nas figuras para visualizar melhor a foto

a) Estude os 5 formatos separadamente.
b) De ponta a ponta, cobrem três oitavas e doze trastes do braço da Guitarra.
c) Existem apenas três maneiras para mover-se de um formato para outro:
1a - mudança de posição,
2a - alongamento e
3a - slide. Use uma ou mais maneiras.
d) Aqui estão duas maneiras para melhorar sua habilidade em interligar os formatos:
1a - Toque uma escala da nota mais grave de qualquer formato até a nota mais aguda do formato seguinte. Faça-o seis vezes, na 1a vez mudando de formato na 6a corda, na 2a vez pela 5a corda e assim por diante.
2a - Toque uma escala (ou melodia que você conheça) sobre somente uma ou duas cordas, usando qualquer das três maneiras para mover-se através dos formatos.
(Obs.: isto é também uma ótima técnica para percepção).

Valeu e Espero que gostem!!! Até a próxima!!!

Evento: Tiago Della Vega - Quebra de Recorde Mundial - 7 de Maio



Entrada no GUINNESS BOOK !!!No EM&T de São Paulovai ocorrer o evento do recorde de velocidade de guitarra para o livro dos records
O evento contará com ilustre presença de pessoas ligada a música e cultura do País e a imprensa
Data- 07 de maio
Horário- 19hs 30 mim
Custo - para alunos do EM&T é gratuito e para não aluno 2kg de alimento não perecível
Endereço - EM&T - São PauloAv. Engenheiro George Corbisier, 100
CEP 04345-000 - São Paulo/SP.
A 50 metros da Estação Conceição do Metrô.
Telefone: 11 5012-2777
E-mail: emt@emt.com.br